quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Back to the front


Pois é amiguinhos, o fato é que voltei das famigeradas férias em novo estilo...

New job, new point of view...

Mas o legal da foto ao lado é o céu, vermelho, carne.

Não existe hora morta à sombra do Carpe Diem!!

sábado, 29 de setembro de 2007

Protestos na Birmânia

Myanmar, ou ainda Pyidaungzu Myanma Naingngandaw (só peça-me a pronuncia) era a antiga repúblicaq da Birmânia, que teve seu nome alterado em 1989, logo após um golpe militar que levou ao poder o general Saw Maung, cujo grupo está no podere até hoje. A história de golpes militares na Birmânia começou se não me engano em 1962, e esse golpe de 1988 sucedeu o antecessor (tristemente óbvio). Em 1990 após a tentativa de se elaborar uma constituição com um parlamento de oposição fracassa e leva o país a mergulhar em um caos político e econômico. Na ocasião, as manifestações são violentamente repreendidas pela polícia, endossando uma história de torturas e prisões políticas que assombra o país, com prisão de opositores e a censura da imprensa.
No final do Verão de 2007, por todo o país, monges e populares iniciaram um protesto contra a degradação da economia e a situação difícil. Myanmar, que é um dos mais pobre países asiáticos, cortou subsídios aos combustíveis, o que causou a paralisia do fraco sistema económico. A polícia reprime as manifestações pacíficas de maneira extremamente beligerante. Vários mortos e centenas de prisões é o saldo de uma das políticas mais repressivas dos últimos anos ao redor do mundo. Os Estados Unidos, a União Européia e vários países asiáticos apressaram-se em condenar as ações do governo militar. Já a China pediu "calma" ao governo e aos manifestantes. O veto chinês impediu uma imediata condenação de Myanmar no Conselho de Segurança da ONU. Sempre que têm monge budista protestante a China é contra?

O impeachment

Há exatos 15 anos realizava-se no Brasil o 1º impeachment de um presidente de uma nação, a palavrinha deverás complicada ficou fácil de se pronunciar e era cantada pelas ruas tomadas por estudantes vestidos de preto, com as caras pintadas e um "quê" anárquico...lembra-se como foi? O 1º presidente eleito após mais de 20 anos de regime militar no Brasil, foi eleito em 1989 com forte apelo midiático e apoio de atores globais, numa campanha que varreu o país de forma surpreendente levando o “caçador de marajás” ao 2º turno, aonde, bem mais articulado que o seu rival (Luis Inácio “Lula” da Silva) o aniquilou num debate de TV. O governo seguiu o script de crises econômicas a que o país estava habituado, sendo que a maior crise enfrentada pelo governo Collor começou a tomar forma em junho de 1991 graças a uma disputa envolvendo seu irmão Pedro Collor e o empresário Paulo César Farias a partir da aquisição, por este último, do jornal Tribuna de Alagoas visando montar uma rede de comunicação forte o bastante para eclipsar a Gazeta de Alagoas e as Organizações Arnon de Mello. Contornada em um primeiro instante, a crise tomou vulto ao longo do ano seguinte quando a revista Veja trouxe uma matéria na qual o caçula do clã alagoano acusava o empresário PC Farias de enriquecer às custas de sua amizade com o presidente, algo que teve desdobramentos nos meses vindouros: já em maio, Pedro Collor apresentou à revista Veja um calhamaço de documentos que apontavam o ex-tesoureiro de seu irmão como o proprietário de empresas no exterior e como as denúncias atingiam um patamar cada vez mais elevado a família interveio e desse modo o irmão denunciante foi removido do comando das empresas da família por decisão de sua mãe, dona Leda Collor.Oficialmente afastado por conta de “perturbações psicológicas”, Pedro Collor não tardou a contra-atacar: primeiro apresentou um laudo que atestava sua sanidade mental e a seguir concedeu nova entrevista a Veja na qual acusou PC Farias de operar uma extensa rede de corrupção e tráfico de influência na qualidade de “testa-de-ferro” do presidente, o qual não reprimia tais condutas por ser um beneficiário direto daquilo que ficou conhecido como “esquema PC”. 48 horas depois a Polícia Federal abriu um inquérito destinado a apurar as denúncias de Pedro Collor e no dia seguinte o Congresso Nacional instaurou uma de CPI destinada a investigar a veracidade das acusações.
Pouco tempo depois Fernando Collor foi à televisão e rechaçou as denúncias feitas contra sua administração e com isso sentiu-se à vontade para conclamar a população a sair de casa vestida em “VERDE & AMARELO” em protesto contra as “intenções golpistas” de determinados setores políticos e empresariais interessados em apeá-lo do poder. O apelo, entretanto, teve um efeito inverso ao que originalmente se propunha, pois o que se viu às ruas foram as manifestações de jovens estudantes vestidos de negro denominados carapintadas, em referência às pinturas de seus rostos que, todos pintados de negro exigiam o impeachment do presidente numa cabala resumida no slogan “Fora Collor!” repetida à exaustão em passeatas por todo o país a partir de 16 de agosto. A cor “PRETO” surgiu inicialmente como uma intenção de anular a idéia “verde & amarela” do presidente, sem que se identificasse com algum grupo político (por isso não o vermelho). Aliás, esse caracter apartidário, quase anárquico, cujo clima remetia às barricadas e aos movimentos esudantis dos anos 60’s. Uma minisérie na TV Globo (Anos Rebeldes), também surfava essa onda naquele momento.
Segundo a opinião de diversos sociólogos e cientistas políticos foi essa mobilização estudantil, (reforçada pela participação da sociedade civil organizada e pelos meios de comunicação), o fator decisivo para que as investigações da CPI avançassem e não fossem turvadas pela interferência governamental, ou seja, sem essa cobrança por parte da sociedade o afastamento de Collor provavelmente não teria ocorrido, ainda que o “embrião estudantil” da mesma tenha sido taxado como algo “desprovido de idealismo e coerência política” à mercê da manipulação midiática e de grupos políticos de esquerda. Enquanto isso as apurações na CPI colhiam, paulatinamente, uma série de depoimentos e também de documentos escritos que corroboravam os indícios da atuação de Paulo César Farias nos bastidores do poder.
Em 26 de Agosto o relatório final da “CPI do PC” foi aprovado e nele constava a informação de que o presidente da República e seus familiares tiveram despesas pessoas pagas pelo dinheiro recolhido ilegalmente pelo “esquema PC” que distribuía tais recursos por meio de uma intrincada rede de “laranjas” e de “contas fantasmas”. Como exemplos materiais desse favorecimento foram citadas a reforma na “Casa da Dinda” (residência de Fernando Collor em Brasília) e a compra de um automóvel Fiat Elba. Cópias do relatório foram entregues para a Câmara dos Deputados e para a Procuradoria Geral da República e um pedido de impeachment foi formulado e entregue ao deputado Ibsen Pinheiro, presidente da Câmara dos Deputados, o pedido de abertura do processo de impeachment foi aprovado em 29 de Setembro por 441 votos a favor e 38 votos contra, com uma abstensão e 23 ausências.
Sobre o dia da votação (transmitida para todo o país pelos meios de comunicação) vale registrar que a mesma transcorreu sob a égide do voto aberto e isso fez com que os deputados pensassem em sua sobrevivência política dada a proximidade das eleições municipais de 1992 e o desejo de reeleição em 1994, assim muitos parlamentares optaram pelo “sim” no momento decisivo apesar de promessas em sentido contrário, ou seja, votos que eram contabilizados para o governo migraram para o bloco do impeachment, dois dos quais merecem destaque o caso do deputado Onaireves Moura (do PTB-PR), que dias antes organizara um jantar de desagravo ao presidente e a seguir o voto do alagoano Cleto Falcão, ex-líder do PRN na Câmara e amigo íntimo de Collor, demonstrando assim o total isolamento do presidente. Para aprovar a abertura do processo de impeachment seriam necessários 336 votos e o sufrágio decisivo ficou a cargo do deputado Paulo Romano(PFL-MG).

Maori Haka

A Nova Zelândia acaba de vencer por 85 x 5 o jogo contra a seleção da Romênia, o placar eslástico, estranho ao não iniciado no rugby, reflete tanto a força dos neozelândeses quanto a hombridade dos romenos. Socol, o capitão da Romênia, disse antes do jogo “queremos evitar um placar elástico, e perder por menos de 70 pontos”; após o jogo o repórter voltou nele; “Foi difícil e eu sabia que seria, mas no rugby quando voce dá 100% em campo, você se torna um vencedor também, nós marcamos um try e fizemos um jogo duro contra eles, temos orguglho de ter dado o máximo e fico feliz com todo esse reconhecimento”. É o famoso espírito do rugby!!
Tida como dona de um estilo único de jogar, a equipe neozelandesa, mais conhecida como All Blacks devido a cor toda negra de seu uniforme faz adimradores em todo o mundo pelo estilo feroz e valente de jogar rugby, mas sempre tão leal quanto violento, além de forte e rápido!!
Segundo as lendas do povo Maori, a daça do Haka está ligado à um deus, o Tane-rore. Reza a lenda que Tama-nui-to-ra; o deus do sol; tinha duas mulheres, sendo que uma delas, Hine-raumati; era a virgem do verão (e deixa de sê-la?); da qual nasceu o nosso Tane-rore, creditado pela origem da dança. Tane-rore que representa o vento nos dias quentes de verão, na dança é coreografado com o tremor de mãos.
O Haka na verdade são todas as danças típicas do povo Maori em que os homens se colocam à frente das mulheres. Estas fazem o apoio das vozes nas costas dos homens. É uma dança que demonstra a paixão, o vigor masculino e a identificação com a raça. É usada tanto para dar boas vindas a visitantes quanto para intimidação de tribos inimigas.
Atualmente o Haka é conhecido mundialmente pela performance de intimidação no início dos jogos de Rugby da seleção da Nova Zelândia. Os All Blacks realizam, antes de cada disputa, a perfomance da Haka. Ela começa com os jogadores espalhando pela grama um pouco de terra da Nova Zelândia onde se fará o Haka, logo em seguida, um jogador de ascendência maori inicia a performace liderando uma canção. Até o ano 2005, Ka Mate era a canção Haka apresentada pela equipe, mas antes da Copa das Três Nações de 2005, num amistoso contra a África do Sul, os neo-zelandeses apresentaram, liderados por Tana Umaga, uma nova Haka, a Kapa o Pango, que foi criada para retratar a aparência contemporânea da Nova Zelândia, em particular, a influência da cultura Polinésia do Pacífico Sul. A nova Haka só é apresentada em ocasiões especiais e não substitui a Ka Mate. Kapa o Pango é uma fonte de controvérsias, especialmente na parte em que os neo-zelandeses põem a unha sobre o pescoço com o punho fechado e a arrastam, insinuando a morte por degolação. Apesar disso, os adversários dos All Blacks nunca reclamaram, como a imprensa, às vezes, o faz. Bom, aqui vão as letras da Raupara Haka (que fala Ka Mate), essa com tradução, e de Kapa o Pango (que fico devendo a tradução):

Raupahara Haka:
Ringa pakia
Uma tiraha
Turi whatia
Hope whai ake
Waewae takahia kia kino
Ka Mate! Ka Mate!Ka Ora! Ka Ora!
Tenei te ta ngata puhuru huru Nana nei i tiki maiWhakawhiti te raA upane ka upane!A upane kaupane whiti te ra!Hi!!

(Bata as mãos contra as coxas
Estufe o peito
Dobre os joelhos
Deixe o quadril seguirBata o pé tão forte quanto você conseguir.
Nós iremos morrer! !Nós iremos morrer! !Nós estamos vivos!! Nós estamos vivos!!
Este é o homem cabeludo que atingiu e fez o sol brilhar de novoJuntos! Todos juntos!Juntos! Todos juntos, o sol brilha de novo!Sim!!!)

Kapa o Pango:
Kapa o Pango kia whakawhenua au i ahau!
Hi aue, hi!
Ko aotearoa e ngunguru nei!
Au, au, aue ha!Ko kapa o pango e ngunguru nei!Au, au, aue ha!
I ahaha!
Ka tu te ihiihi
Ka tu te wanawana
Ki runga ki te rangi e tu iho nei,Tu iho nei, hi!
Ponga ra!Kapa o Pango, aue hi!
Ponga ra!Kapa o Pango, aue hi, ha!Hii!!!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Brigitte Bardot


Eu vos saúdo, oh tempo...
Parece me tão óbvio esse lance de aproiveitar o mote dos aniversariantes do dia, veja o que de imporatnte ocorreu hoje e já tens sobre o que falar. Vale o mesmo para obtuários...
Assim sendo vamos explorar a imagem de uma mulher que virou, por que não dizer (como inclusive o quer sartre, Freund e Yung) : o arquétipo da mulher ocidental moderna, ao menos no que se refere aos padrões de beleza que até hoje encarnam os sonhos dos púberes.
Diva por natureza, Brigitte Anne-Marie Bardot, uma das atrizes mais famosas e conhecidas do cinema, além de o mito da verdadeira sexy-simbol de várias gerações (nos anos 50’s, 60’s e 70’s). Filha de um industrial da alta burguesia francesa com Anne-Marie,14 anos mais jovem, sua mãe foi quem influênciou a carreira da moça, que se iniciou ao estanpar a capa da famosa revista francesa Elle Magazine.
Participou de muitos filmes até alcançar a fama com "E Deus Criou a Mulher", o filme passava-se em Saint-Tropez e, na época, provocou um grande escândalo em França, onde não obteve grande sucesso. Foi nos Estados Unidos que o filme causou furor. Foi um dos filmes mais vistos do ano. O escândalo foi grande mas Brigitte seduziu os americanos com o seu papel de jovem orfã à procura do amor e tornou-se na actriz europeia mais famosa na América.
Com a sua crescente popularidade mundial, Brigitte continuou a fazer vários filmes, alguns realizados apenas com o intuito de aproveitar a imagem de sex-symbol da atriz.
No verão de 1964 Brigitte Bardot mudou a vida da Armação de Búzios, litoral norte do RJ onde ficou hospedada em suas visitas pelo Brasil. Abrindo os olhos do mundo para esses pequenos paraísos da costa sudeste brasileira.
Aí do lado têm uma foto dela já velhinha, é para fazer jus ao título de musa, de diva, afinal se a essência não muda e sua beleza não ficou inerte ao tempo, são nestas rugas que temos de aprender a reconhecer todas as fases daquilo que convencionamos a chamar de belo, para que sejamos capazes de um dia admirar o perene inerente ao tempo, como se idealiza a existência em Heidegger.

Tim Maia



Ainda explorando o mote dos aniversariantes do dia, Sebastião Rodrigues Maia, ou o Tim Maia começou a compor ainda criança,se destacou pelo pioneirismo em trazer para a MPB o estilo soul de cantar. Com a voz grave e carregada, tornou-se um dos grandes nomes da música brasileira, conquistando grande vendagem e consagrando sucessos.
Tim Maia viveu nos USA entre 1959 até 1964, até ser preso por posse de drogas, sendo em seguida deportado. No Brasil, gravou o primeiro disco, Tim Maia, em 1970, por indicação do grupoMutantes. Neste disco, obteve sucesso com as faixas Primavera, Azul da cor do mar e Eu e você.
Durante os anos 70’s, tornava-se cada vez mais famoso com canções como a dançante Não quero dinheiro (só quero amar), na era Disco. Teve uma fase em que entrou em contato com Cultura Racional, quando lançou em 1975 os famosos volumes 1 e 2 pelo selo Seroma (abreviação do próprio nome Sebastião Rodrigues Maia), aqueles são considerados como a obra prima, mas que devido à associação ideológica o próprio Tim ordenou que se retirassem os Lp’s de circulação (o que os torna peças especiais para colecionadoerss do gênero) mas são sim até hoje tidos como os melhores da música brasileira, com grandes influências de funk e soul e pelo fato de que nesta época, Tim Maia manter-se afastado dos vícios, o que se refletiu na qualidade da voz.
Foi regravado por vários artistas, como Paralamas do Sucesso, Skank, Jorge Ben Jor,Marisa Monte, Kid Abelha, Elis Regina, Caetano Veloso e Lulu Santos. Seu repertório abrange também canções românticas, funks, souls e bossa nova. Teve graves problemas com vícios. Chegava a beber três garrafas de whisque por dia, além do uso de outras drogas, colecionou desafetos e processos trabalhistas -- de músicos contra ele e dele contra gravadoras, além de renegar publicamente antigas amizades, ameaçar críticos e faltar a espetáculos. Passou anos falando mal e sem se apresentar na Rede Globo; outro conhecido inimigo ele denominava ETA, “Exploradores do Talento Alheio”, formado por empresários e donos de casas de espetáculos.
Viveu nos USA entre 1959 até 1964, até ser preso por posse de drogas, sendo em seguida deportado.
Durante a gravação de um espetáculo para a TV sentiu-se mal, vindo a falecer em 15 de Março de 1998 no Hospital Antônio Pedro em Niteroi, aonde me formei e na época passava pelo estágio clínico nesse fantástico hospital.

Mika Häkkinen



Hoje eu vou homenagear um aniversariante do dia, que é um dos melhores pilotos da história da F1, mas que nunca pilotou um bólido vermelho do cavalino rampante.
O Bicampeão mundial de F1, vencedor de 20 GPs (e 51 pódios, com 26 pole positions, 25 best-lap’s), iniciou sua carreira no kart com a idade de cinco anos, vencendo sucessivamente os campeonatos reginal e nacional antes de se transferir para os carros maiores. Despertando o interesse dos dirigentes da Lotus com a vitória do Campeonato da F3 Inglesa em 1990, sendo então contratado para correr na F1 em 1991.
Membro da sempre veloz escola finlandesa de automobilsmo, Häkkinen sempre foi um piloto extremamente rápido; quando em 1993 estreiou pela McLaren, seu companheiro de equipe, o já então tricampeão mundial e lenda das poles Ayrton Senna, tomou tempo logo na 1ª sessão e questionado a respeito disse: “a molecada anda forte sim, você está pensando o quê?”.
Mika, em 1995 esteve perto da morte num acidente Gp da Austrália, sendo salvo por uma traqueostomia, apesar de ter inclusive ficado em estado de coma. Este acidente forjou uma forte ligação entre Häkkinen e Ron Dennis, o chefe da escuderia inglesa.
Mika Häkkinen se consagrou em seus inesquecíveis duelos com o alemão Michael Schumacher, desde categorias escola do automobilismo europeu até se degladierem nas pistas, protagonizando a disputa McLaren e Ferrari, que até hoje é a tônica da F1, Schumacher aliás, chegou a dizer Häkkinen foi seu maior adversário.
Depois de lutar, com sua McLaren contra problemas de confiabilidade, contra a Ferrari de Schumacher em 2000 e 1001, Häkkinen, desmotivado, não disputou a temporada de 2002 e anunciou sua aposentadoria permanente durante a temporada, para se dedicar à sua família (Häkkinen é casado com Erja, que sofria como nenhuma outra nos boxes da McLaren, e tem um filho; Hugo e uma filha; Aina). Não conseguiu ficar afastado das pistas e em Novembro de 2004 foi anunciado que Häkkinen pilotaria pela Mercedes no mundial de turismo (GTB) na categoria alemã (DTM), em 2005.
Flagrado na madruga dos barre em SP no mês passado promovendo uma campanha da Jonny Walker, que pede para motoristas não dirigirem bêbados ... campeão dá exemplo. Parabéns Mika!!